Trabalhos dos alunos





PERSONALIDADE DO MÊS

As Turmas do ensino vocacional e profissional encontram-se a realizar a atividade intitulada “A personalidade do mês” em que lhes é solicitado que se dê ênfase a essa individualidade, sendo que, qualquer professor de áreas disciplinares distintas pode acompanhar esta proposta de trabalho.
As atividades diversificadas referem-se a tudo aquilo que extrapola o livro didáctico: em sala de aula revelam-se uma alternativa capaz de atender às diferenças individuais, envolvendo o aluno em diversas atividades pedagógicas. Além disso, é um momento de cooperação, interação, respeito e convivência em grupo, porque é um trabalho da Turma. Para que se atinja os objetivos propostos, a preparação é muito importante e torna-se um momento colaborativo entre professores e alunos. A primeira personalidade: José Mauro de Vasconcelos; a segunda Mário Soares e está em exposição o poeta Manuel Alegre, todos eles com grandes obras editadas e premiadas.Em suma, são importantes para o ensino de Português e deverão estar adequadas aos interesses dos alunos

















Alexandre Parafita

No passado dia 10 de fevereiro, ocorreu o lançamento da obra “Teodósio, o Menino Guerreiro”, do escritor Alexandre Parafita, no auditório da Santa Casa da Misericórdia de Vila Pouca de Aguiar, com a presença de todos os alunos do 3º,4º,5º,6º e 7º anos.
A apresentação foi feita pela subdiretora deste agrupamento, Drª. Assunção Anes Morais.

Os alunos apresentaram vários trabalhos elaborados em sala de aula, como este exemplo.


Trabalhos dos alunos do 9ºB , no âmbito da literacia dos média e da informação, com recursos  a ferramentas digitais.






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O menino e o palhaço
Era uma vez um menino. Era muito pobre e vivia debaixo da ponte. Os seus familiares tinham morrido num acidente.
Todos os dias ia para a escola. A sua roupa era velha, não tinha casa nem família, os seus colegas desprezavam-no.
O menino ficou triste, pois queria ser como as outras crianças.
Um dia chegou à sua terra um circo. Que bom!
Todas as crianças foram com os seus pais só o menino… olhava de longe.
Foi-se aproximando até ver que dentro de uma caravana havia luz. Espreitou e o que viu? Um homem a pintar a cara. “Que bonito! Como eu gostava de ser assim!... Tanto se encostou, que a sua cabeça bateu no vidro. O palhaço ao ver os olhos tristes do menino, pediu-lhe para entrar. Brincou com ele, e convidou-o a viver no circo.
O menino aceitou, porque pela primeira vez encontrou alguém que gostava dele como ele era!
O palhaço ensinou os truques ao menino que aprendeu tudo muito bem.
Agora, é o menino que, com as suas palhaçadas, traz alegria e felicidade às outras crianças.
Alunos do 1ºB
Centro Escolar de Vila Pouca de Aguiar



O Cão Guia
Era uma vez uma senhora cega que tinha um cão guia, chamado Pintas. Esse cão era amigo, meigo, divertido, esperto, corajoso e valente; tinha olhos verdes, pêlo bege com pintas castanhas.
A D. Clara era uma velhota simpática, baixa e magra, que tinha ficado cega num acidente de automóvel. Todas as manhãs o cão Pintas ia às compras com a dona Clara e, à tardinha, passeava no parque com a sua dona.
Um dia, quando passeavam, o Pintas viu uma cadela preta, triste e sozinha e perseguiu-a até à floresta; divertiram-se os dois até à noite, e, quando deu por ela, estava perdido. Ficou muito preocupado, mas com a ajuda da cadela Quica cheiraram o caminho e conseguiram chegar ao parque, onde estava a dona Clara sentada num banco, junto das rosas coloridas.
 A senhora ficou feliz e abraçou o seu amigo. Como a Quica tinha sido abandonada, a dona Clara resolveu adotá-la.
O Pintas e a Quica tiveram filhos que a dona Clara ofereceu, para ajudar outras pessoas cegas.
1ºano, turma A
Centro Escolar de Vila Pouca de Aguiar



A Avó
 A Avó é uma mãe duas vezes, uma mãe com açúcar, é uma pessoa muito especial.
Cada ruga no seu rosto, não só representa a sua idade, como também representa uma história. Estas retratam a experiência que teve ao longo da sua vida. A sua sabedoria é imensa e está sempre a ensinar-nos novas coisas, por isso estamos sempre a aprender com ela.
 A Avó tem sempre razão e está sempre a educar-nos como se fôssemos uns bebés mas, apesar de acharmos aborrecido, é assim que vamos ganhando mais maturidade.
A Avó é amorosa, paciente, tolerante e compreensiva. Tem um coração de ouro, um
coração aberto, sempre pronto a ajudar. É por isso que ela adora mimar os seus netos, pois tem uma enorme paixão por eles. Nos seus lábios, a Avó carrega doces palavras que nos fazem sentir melhor nos piores momentos
A Avó é como uma relíquia, pois apesar do tempo que passou desde a sua criação e
desta estar mais danificada, foi esse tempo que lhe atribuiu um maior valor, tal como a Avó, que apesar da sua idade e fraqueza, continua a ter um grande valor para nós.

Duarte Ávila dos Santos, nº9, 7ºA
Escola sede do Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar

Amor e paixão de Avó
O que a avó sente pelo neto é difícil de descrever.
Para mim, a avó é aquela que nos dá razão, diversão, paixão, mimos, sorrisos e abraços. Ela é a grande amiga que nos dá a mão na nossa infância e caminha connosco pela vida dando-nos, sem nenhuma exigência, a sua ternura e compreensão.
Por vezes, as avós podem ser um pouco impertinentes, mas a maior parte dessas vezes têm razão. As avós também sabem sempre quando precisamos de alguma coisa. A minha avó enche-me de carinho, amor e ternura. Tem sempre tempo para nós, para ouvir como correu o nosso dia ou para nos contar como foi a sua infância, partilhando os seus segredos.
A avó é como a nossa segunda mãe, eu adoro a minha!
Ana Sofia Alves Monteiro, nº3, 7ºB
Escola sede do Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar



As Avós
As avós são pessoas que ajudam os seus filhos e netos a terem mais do que elas próprias tiveram na vida, pois desejam-lhes sempre o melhor. São carinhosas, mimam-nos muito, dão-nos prendas e estão lá sempre nos momentos de alegria e tristeza.
Elas tratam os netos de maneira diferente dos nossos pais, porque gostam de se sentirem úteis e prestáveis. As avós sentem muitas vezes que não são precisas para nada.
As minhas avós estão sempre lá quando eu preciso. Têm sempre o almoço feito quando a minha mãe trabalha e são elas que nos protegem de tudo e de todos, pois têm muito medo do que nos possa acontecer: o atravessar a estrada, os ladrões que nos podem fazer mil e uma coisa, o falar com pessoas desconhecidas, enfim…
As avós também se irritam e enervam muitas vezes e depois ficam tristes e desiludidas connosco, mas, no instante seguinte, já fomos perdoados!
Mariana Portelinha Machado, nº16, 7ºB
Escola sede do Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar

A avó
A minha avó é espantosa. Para mim, ela é uma mãe duas vezes, uma grande amiga.
Com dedicação, criou o meu pai e os meus tios. Todos temos orgulho de falar dela que luta contra o tempo, contra a saudade, a doença e contra o cansaço dos anos passados. Todos gostamos dela com os seus cabelos grisalhos trazidos pela experiência da vida.
Avó é aquela que vive nas lembranças e no cheiro da cozinha. É compreensão, beijos ternos, mão segura de quem já viveu, conversas longas de quem não tem pressas.
A minha avó dá-me muito carinho, tem muita paciência para nós e protege-nos sempre. Eu adoro a minha avó!
Juliana Lameirão, nº24, 7ºB
Escola sede do Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar




De asa ferida: uma história de amizade

Era uma vez um passarinho lindo castanho e azul com um bico amarelinho que vivia muito triste a arrastar uma asa pelo chão.
Tinha uma asa ferida porque um dia ao voar muito alto lá no céu azul ficou tonto e cansado e tombou no chão desmaiado. Quando despertou não conseguiu mais voar e agora passava os dias a apanhar sementes e bichos tal como se fosse uma galinha.
Isso deixava-o muito triste pois sentia saudades da sua torre de onde podia ver o céu e a terra e dos seus amigos. Ainda por cima, parece que ninguém reparava nele e no seu sofrimento. E assim eram os seus dias sempre tão tristes e sós.
Num dia chuvoso e frio, enquanto se tentava abrigar num buraquinho da parede sentiu passos e viu uma sombra escura. Era um homem muito simpático chamado Manuel que ao ver o passarinho cheio de frio e encharcado, pegou nele e disse:
- “Oh pobrezinha, estás assustada, vai lá voa!...”
Mas a pobre ave não se mexeu. Foi então que o homem reparou que ela estava ferida.
- “Tens a asa partida. Não te preocupes que vais ficar boa”.
O senhor Manuel levou o passarinho para casa e tratou dele ao pé da fogueira. Pôs-lhe uma tala na asa, deu-lhe de comer e água. Depois construiu uma gaiola muito confortável com uma porta e disse-lhe:
- “Agora ficas aqui quentinha!”
Os dias foram passando e a pequena ave foi melhorando a olhos vistos. Quando o senhor Manuel chegava a casa do trabalho ia ver a gaiola para ver se estava tudo bem. Ele vivia sozinho e a avezinha passou a ser a sua companhia. Fazia-lhe festinhas na cabecinha, tirava-a da gaiola e pegava nela na mão. O passarinho fazia pequenos voos e poisava nos cabelos do homem, que ficava muito contente e dizia-lhe com muito carinho:
- “Nunca tive um amigo assim como tu. Mas agora que estás melhor tens que voar e ir ter com os teus amigos”.
O passarinho castanho e azul de bico amarelinho estremeceu ao ouvir isso. Não queria separar-se deste novo amigo que o tratou tão bem. E quando o senhor Manuel abriu a porta da gaiola, o passarinho não se mexeu. Duas grossas lágrimas caiam dos seus olhitos. Também o homem ficou com a cara molhada na hora da despedida.
Mas o passarinho também tinha saudades da sua torre e dos seus amigos e foi com um salto que o passarinho voou e deu várias voltas por cima da casa do homem e depois desapareceu no céu. De vez em quando o passarinho castanho e azul de bico amarelinho vem dar bicadinhas no vidro da janela. O homem corre ao parapeito e retribui com pequenas cabeçadas na vidraça. E assim vivem esta amizade que nunca mais terá fim.
Jardim de Infância de Tourencinho, Agrupamento de escolas de Vila Pouca de Aguiar Sul.

POEMA “O RESPEITO”

O respeito é um valor
Difícil de explicar.
É uma forma de sentir
E a todos contentar.

Mostro respeito,
Quando ponho o dedo no ar,
E com grande satisfação
Espero a minha vez para falar.

Quando alguém fala,
Os outros estão a escutar.
Cada um sentadinho
E direitinho no seu lugar.

Para sermos amigos,
Temos de partilhar,
Umas vezes a receber
E outras vezes a dar.

Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar
Jardim de Infância de Vila Pouca de Aguiar (Sala Verde) - Grupo C

O menino que não gostava de partilhar
Era uma vez um menino que se chamava João e que não gostava de partilhar os brinquedos com os outros.
A professora, lá na escola, ensinava que deviam emprestar os brinquedos uns aos outros, mas os meninos esqueciam-se sempre.
Um dia o Tiago levou para a escola um Homem Aranha e o João andava atrás dele a pedir-lho.
- Quero o Homem Aranha, quero o Homem Aranha. Professora o Tiago não me empresta o Homem Aranha - disse o João
E fez uma grande perrice.
A professora resolveu reunir os meninos todos à volta da mesa para conversar sobre o que se estava a passar.
O Diogo disse que o João também não emprestava os brinquedos dele ao Tiago e a Bia achou que era bem feito para ele aprender a não ser invejoso, mas depois lembrou-se que a professora tinha ensinado que devemos partilhar o que temos e que devemos fazer aos outros o que gostamos que nos façam a nós.
A Laís lembrou que para sermos amigos de verdade não podemos ser egoístas.
O Fernando disse que também não devemos ser invejosos.
Eis que uma menina que era nova na escola timidamente disse baixinho:
- Eu vou trazer um brinquedo para emprestar ao João.
Então o Tiago envergonhado levantou-se e emprestou o Homem Aranha ao João.
A partir desse dia o João aprendeu a grande lição, que se deve partilhar para que os outros também partilhem connosco.
Todos os meninos da Sala Azul nunca mais foram egoístas e passaram a ser amigos de verdade.
Perlim Pim Pim esta história chegou ao fim.

Agrupamento de Escolas de Vila Pouca de Aguiar
Jardim de Infância de Vila Pouca de Aguiar (Sala Azul) - Grupo A


           O que dizem as palavras
A palavra mãe aquece-nos o coração.
A palavra pai protege-nos do mal.
A palavra irmã brinca connosco.
Podemos ficar muito felizes
A palavra avó cuida de nós.
A palavra avô dá-nos coisas boas.   
A palavra magia faz-nos desaparecer.
E aparecer onde quisermos
A palavra amor é como um beijo.
Devemos guardá-la no fundo do coração.

Andreia Filipa Rebelo Amaral
5º B nº 3

O que dizem as palavras
A palavra janela, mostra-me a luz do dia.
A palavra amizade, une-me aos amigos.
A palavra comédia, faz-me rir nos momentos tristes.
A palavra aldeia é o meu pequeno lar.
A palavra sonho, é um filme durante a noite.
A palavra luz ilumina o meu caminho.
A palavra lareira, aquece-me no inverno.
A palavra carro, leva-me a descobrir sítios novos.
A palavra liberdade, dá-me asas para voar. 
A palavra mãe, adora-me do fundo do coração.

NOME: Juliana Rodrigues - 5ª B


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 Projeto de leitura doas alunos do 7ºB. Quem quiser ver os nossos trabalhos, ao longo dos dois anos, (desde 2013 até 2015) pode aceder ao nosso blogue, clicando aqui.
biblendovpa.

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No âmbito do Referencial "Aprender com a biblioteca escolar", apresemtam-se os trablhos dos alunos do 6ºB. Este projeto foi planificado conjuntamente entre a professora bibliotecária e o professor de História, António Varejão, em contexto de sala de aula trabalhando a literacia da informação.


                                    A revolução de 25 De Abril Pág.1............................................. Início da Revolução  
PÁG.2……………………… Encontro com o "Brigadeiro"                                       
Pág.3……………………………………… Chegada ao centro de Lisboa
Pág.4……………………………………… Justiça feita!!!
Pág.5……………………………………… Conclusão

                             
         INÍCIO DA REVOLUÇÃO
    O início da revolução de 25 de Abril começou no distrito de Santarém.
     As tropas comandadas por Salgueiro Maia, saídas de Santarém, receberam ordens do seu comandante para se apoderarem da rádio clube português.
        Dentro da sede da rádio as tropas tomaram conta da rádio por completo.
        De seguida Salgueiro Maia foi informado do sucedido e deu ordem às tropas para seguirem para o centro de Lisboa.     
                                                                                                Encontro Encontro com o "brigadeiro"
   Quando chegaram a Lisboa defrontaram-se  com um dos brigadeiros, fiel ás ordens de Marcelo Caetano
    Nesse momento o brigadeiro deu ordens aos soldados para disparar sobre os soldados de Salgueiro Maia.
      Mas de momento Salgueiro Maia se dirigiu ao brigadeiro e disse em voz alta:
- Quem se junta a mim para parar esta ditadura.
      Mas o brigadeiro de imediato ordenou aos seus soldados para dispararem sobre Salgueiro Maia, mas os soldados  recusaram a fazê-lo, pois também já estavam fartos daquele reinado sombrio de ditadura.
     E naquele momento os soldados do brigadeiro  juntaram-se ao Salgueiro Maia na luta contra a ditadura e contra Marcelo Caetano
Chegada ao centro de Lisboa
No momento em que chegaram a Lisboa de imediato as pessoas saíram de casa sem medo de serem presas pela PIDE e sem medo de serem julgadas, bem como o alivio de puderem dizer o que quisessem sobre tudo e mais alguma coisa sem serem julgados.
      E então de imediato as pessoas SE JUNTARAM A SALGUEIRO MAIA PARA IREM para a sede da PIDE para prenderem a PIDE inteira e deixarem as ruas livres daquele mundo de perseguição e sofrimento.
       E então foram de seguida para o quartel do Carmo para finalmente poderem prender o Marcelo Caetano e o fazerem pagar por todo o sofrimento que tinha causado àquele país.
       Então de imediato o Salgueiro Maia pegou no microfone e disse:
- Senhor Marcelo Caetano pedimos-lhe que se renda e apareça na janela do quartel do Carmo.
Justiça feita!!!
Então Marcelo Caetano finalmente  rendeu-se  e deu o cargo de ministro da economia ao general Spínola e de imediato foi posto numa chaimite com Salgueiro Maia para ser levado para o aeroporto e sair do país.
        E assim é contada a história de Portugal e da revolução do 25 de Abril e o fim da ditadura.
Conclusão
Neste trabalho conseguimos aprender como foi  a revolução do 25 de Abril e  o fim da ditadura.

Trabalho elaborado por:
André Ferraz correia n2
Carlos Daniel Alves da silva n7
Rafael Teixeira Domingues n15
Eduardo André machado n21
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Índice                                                                                                                                 Introdução……………………………Pág.2    
A Revolução do 25 de abril………….Pág.3
Antecedentes……………………...…Pág.4
Guerra Colonial…………………… Pág.5
Introdução
Neste trabalho, vou falar sobre o 25 de abril ,também conhecido como a revolução dos Cravos.

A Revolução do 25 de Abril
A Revolução de 25 de abril, refere-se a um período da história de Portugal resultante de um movimento social, ocorrido a 25 de abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo , vigente desde1933 , e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de abril de 1976, com uma forte orientação socialista na sua origem.
Esta acção foi liderada por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), que era composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram o apoio de oficiais milicianos . Este movimento surgiu por volta de 1973, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas , acabando por se estender ao regime político em vigor. Com reduzido poderio militar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a resistência do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se apenas 4 civis mortos e 45 feridos em Lisboa pelas balas da DGS .
O movimento confiou a direção do País à Junta de Salvação Nacional, que assumiu os poderes dos órgãos do Estado.
A 15 de maio de 1974, o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atribuído a Adelino da Palma Carlos.
Antecedentes
Na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926, foi instaurada em Portugal uma ditadura militar que, culminaria na eleição presidencial de Óscar Carmona em 1928. Foi durante o mandato presidencial de Carmona, período que se designou por "Ditadura Nacional", que foi elaborada a Constituição de 1933 e instituído um novo regime autoritário de inspiração fascista - "o Estado Novo". António de Oliveira Salazar passou então a controlar o país através do partido único designado por "União Nacional", ficando no poder até lhe ter sido retirado por incapacidade em 1968, na sequência de uma queda de uma cadeira em que sofreu lesões cerebrais. Foi substituído por Marcello Caetano que, pôs em prática a Primavera Marcelista e dirigiu o país até ser deposto no dia 25 de Abril de 1974.
Durante o Estado Novo, Portugal foi sempre considerado como um país governado por uma ditadura pela oposição ao regime , pelos observadores estrangeiros e até mesmo pelos próprios dirigentes do regime. Durante o Estado Novo existiam eleições, que não eram universais e eram consideradas fraudulentas pela oposição.
O Estado Novo tinha como polícia política a PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), versão renovada da PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), que mais tarde foi reconvertida na DGS (Direcção-Geral de Segurança). A polícia política do regime, que recebeu formação da Gestapo e da CIA , tinha como objectivo censurar e controlar tanto a oposição como a opinião pública em Portugal e nas colónias.
Na visão histórica dos ideólogos do regime, o país teria de manter uma política de defesa, de manutenção do "Ultramar", numa época em que os países europeus iniciavam os seus processos de descolonização progressiva. Apesar de séria contestação nos fóruns mundiais, como na ONU, Portugal manteve a sua política irredentista, endurecendo-a a partir do início dos anos 1960, face ao alastramento dos movimentos independentistas em Angola, na Guiné e em Moçambique .
Guerra Colonial
Portugal mantinha laços fortes e duradouros com as suas colónias africanas , quer como mercado para os produtos manufaturados portugueses quer como produtoras de matérias primas para a indústria portuguesa. Muitos portugueses viam a existência de um império colonial como necessária para o país ter poder e influência contínuos. Mas o peso da guerra, o contexto político e os interesses estratégicos de certas potências estrangeiras inviabilizariam essa ideia.
Apesar das constantes objeções em fóruns internacionais, como a ONU, Portugal mantinha as colónias considerando-as parte integral de Portugal e defendendo-as militarmente. O problema surge com a ocupação unilateral e forçada dos enclaves portugueses de Goa, Damão e Diu, em 1961.
Em quase todas as colónias portuguesas africanas – Moçambique, Angola, Guiné, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde – surgiam entretanto movimentos independentistas, que acabariam por se manifestar sob a forma de guerrilhas armadas. Estas guerrilhas não foram facilmente contidas, tendo conseguido controlar uma parte importante do território, apesar da presença de um grande número de tropas portuguesas que, mais tarde, seriam em parte significativa recrutadas nas próprias colónias.
Os vários conflitos forçavam Salazar e o seu sucessor Caetano a gastar uma grande parte do orçamento de Estado na administração colonial e nas despesas militares. A administração das colónias custava a Portugal um pesado aumento percentual anual no seu orçamento e tal contribuiu para o empobrecimento da economia portuguesa: o dinheiro era desviado de investimentos infra-estruturais na metrópole. Até 1960 o país continuou relativamente frágil em termos económicos, o que aumentou a emigração para países em rápido crescimento e de escassa mão-de-obra da Europa Ocidental, como França ou Alemanha. O processo iniciava-se no fim da Segunda Guerra Mundial .

João Pedro Ribeiro nº
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Indice

Livro: O 25 de Abril ……………………………………………………….pág 56
Documento……………………………………………………………………pág 57
Movimento das forças armadas…………………………………….pág 58
Introdução
      Com este trabalho pretendemos demonstrar o que aprendemos  sobre o 25 de Abril , mais especificamente referir-nos ao Movimento das Forças Armadas , tempo de instabilidade e eleições para a assembleia.
Também queremos que todos vós aprendam alguma coisa e consigam aperfeiçoar os vossos conhecimentos, para melhorarem a vossa cultura  acerca deste assunto, aqui abordado.
O 25 de Abril
                          ( o que levou a ação militar)
O povo português viveu mais de cinquenta anos na ditadura e a oposição tentou muitas vezes acabar com esse tipo de governo , mas só conseguiram arranjar condições para o fazer em abril.
 O povo já estava cansado de terem que estar sempre calado sempre com medo e sem poder dizer nada nem poder mesmo falar com algumas pessoas da sua própria família pois alguns eram da polícia e se eles desabafassem com eles iam presos pois não podiam falar mal  contra o governo.
Documento:
“Então, o brigadeiro( que cantava as forças fiéis ao regime) vira-se para o Alferes e diz:
- Dispare sobre aquele homem[...]o Alferes recusou-se a disparar.
O Brigadeiro disse-lhe
- Você já desgraçou a sua vida, está preso.
O Alferes é[...]preso pela polícia militar. Então , o Brigadeiro grita para o cabo apontador:
-Dispara!- e o cabo apontador não diz nada.
Aqui é que se ganhou o 25 de Abril [Mas está a ver , é um ato sublime o do cabo apontador, que diz para si:-Prefiro estar com aqueles que levam tiros do que com estes que mandam matar.
E leva com ele (muitos) outros soldados[...]a dizer estamos do vosso lado.”
Movimento das forças armadas
Foi o general Spínola quem comandou a junta de salvação ,que na noite de 24 para 25  derrubou a ditadura.
Os partidos políticos e clandestinos ,que vieram do estrangeiro onde estavam escondidos,  foram recebidos em Portugal com grande carinho e apoio.
  Também os políticos presos que estavam presos foram libertados provocando uma enorme emoção. A população humilhada revolucionou tudo nas ruas da cidade de Lisboa, que foi a cidade onde se deu toda esta revolução e esta guerra.

Conclusão
Com o nosso trabalho e com o nosso desempenho aprendemos muito sobre o 25 de Abril de 1974...
                                                                         Sara Alexandra Vaz Redondo nº17 turma: B
                                                                         Andrea Barros Gérman nº3 turma: B
                                                                          Rui Filipe Alves Salgueiro nº16 turma: B
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                        INDICE
Antecedentes……………………………………………pág. 2
Guerra colonial………………………………………….pág.  3
Estado do pais……………………………………………pág. 4
Anos setenta……………………………………………..pág. 4
Preparação para o golpe……………………………pág. 4 e pág. 5
Movimentações  militares no 25 de abril……pág. 5 e pág. 6

Antecedentes

Na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926, foi instaurada em Portugal uma ditadura militar que, culminaria na eleição presidencial de Óscar Carmona em 1928. Foi durante o mandato presidencial de Carmona, período que se designou por "Ditadur Nacional", que foi elaborada a Constituição de 1933 e instituído um novo regime autoritário de inspiração fascista - "o Estado Novo". António de Oliveira Salazar passou então a controlar o país através do partido único designado por "União Nacional", ficando no poder até lhe ter sido retirado por incapacidade em 1968, na sequência de uma queda de uma cadeira em que sofreu lesões cerebrais. Foi substituído por Marcello Caetano que, pôs em prática a Primavera Marcelista e dirigiu o país até ser deposto no dia 25 de Abril de 1974
Durante o Estado Novo, Portugal foi sempre considerado como um país governado por uma ditadura  pela oposição ao regime, pelos observadores estrangeiros e até mesmo pelos próprios dirigentes do regime. Durante o Estado Novo existiam eleições, que não eram universais e eram consideradas fraudulentas pela oposição.
O Estado Novo tinha como polícia política a PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), versão renovada da PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), que mais tarde foi reconvertida na DGS (Direcção-Geral de Segurança). A polícia política do regime, que recebeu formação da Gestapo e da CIA , tinha como objectivo censurar e controlar tanto a oposição como a opinião pública em Portugal e nas colónias.
Na visão histórica dos ideólogos do regime, o país teria de manter uma política de defesa, de manutenção do "Ultramar", numa época em que os países europeus iniciavam os seus processos de descolonização progressiva. Apesar de séria contestação nos fóruns mundiais, como na ONU, Portugal manteve a sua política irredentista, endurecendo-a a partir do início dos anos 1960, face ao alastramento dos movimentos independentistas em Angola, na Guiné e em Moçambique .
Economicamente, o regime manteve uma política de condicionamento industrial que protegia certos monopólios e certos grupos industriais e financeiros (a acusação de plutocracia é frequente). O país permaneceu pobre até à década de 1960, sendo consequência disso um significativo acréscimo da emigração . Contudo, é durante a década de 60 que se notam sinais de desenvolvimento económico com a adesão de Portugal à EFTA .
                             


                      Guerra Colonial
Portugal mantinha laços fortes e duradouros com as suas colónias africanas31 32 , quer como mercado para os produtos manufaturados portugueses quer como produtoras de matérias primas para a indústria portuguesa. Muitos portugueses viam a existência de um império colonial como necessária para o país ter poder e influência contínuos. Mas o peso da guerra, o contexto político e os interesses estratégicos de certas potências estrangeiras inviabilizariam essa ideia.
Apesar das constantes objeções em fóruns internacionais, como a ONU, Portugal mantinha as colónias considerando-as parte integral de Portugal e defendendo-as militarmente. O problema surge com a ocupação unilateral e forçada dos enclaves portugueses de Goa, Damão e Diu, em 1961.
Em quase todas as colónias portuguesas africanas – Moçambique, Angola, Guiné, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde – surgiam entretanto movimentos independentistas, que acabariam por se manifestar sob a forma de guerrilhas armadas. Estas guerrilhas não foram facilmente contidas, tendo conseguido controlar uma parte importante do território, apesar da presença de um grande número de tropas portuguesas que, mais tarde, seriam em parte significativa recrutadas nas próprias colónias.
Os vários conflitos forçavam Salazar e o seu sucessor Caetano a gastar uma grande parte do orçamento de Estado na administração colonial e nas despesas militares. A administração das colónias custava a Portugal um pesado aumento percentual anual no seu orçamento e tal contribuiu para o empobrecimento da economia portuguesa: o dinheiro era desviado de investimentos infra estruturais na metrópole. Até 1960 o país continuou relativamente frágil em termos económicos, o que aumentou a emigração para países em rápido crescimento e de escassa mão-de-obra da Europa Ocidental, como França ou Alemanha. O processo iniciava-se no fim da Segunda Guerra Mundial .

                     Estado do País

A economia cresceu bastante, em particular no início da década de 1950. Economicamente, o regime mantinha a sua política de Corporativismo, o que resultou na concentração da economia portuguesa nas mãos de uma elite de industriais . A informação circulava e a oposição bulia . A guerra colonial tornava-se tema forte de discussão e era assunto de eleição para as forças anti regime. Portugal estava muito isolado do resto do Mundo. Muitos estudantes e opositores viam-se forçados a abandonar o país para escapar à guerra, à prisão e à tortura.

                     Anos Setenta
Em fevereiro de 1974, Marcelo Caetano é forçado pela velha guarda do regime a destituir o general António de Spínola e os seus apoiantes. Tentava este, com ideias de índole federalista tornadas célebres num livro publicado pelo próprio intitulado "Portugal e o Futuro" (em cuja obra também afirmava a impossibilidade de vencer militarmente a Guerra do Ultramar), modificar o curso da política colonial portuguesa, que se revelava demasiado dispendiosa.
Conhecidas as divisões existentes no seio da elite do regime, o MFA decide levar adiante um golpe de estado. O movimento nasce secretamente em 1973. Nele estão envolvidos certos oficiais do exército que já conspiravam, descontentes por motivos de carreira militar      descontentes.
               Preparação Do Golpe
A primeira reunião clandestina de capitães foi realizada em Bissau, em 21 de agosto de 1973. Uma nova reunião, em 9 de setembro de 1973 no Monte Sobral (Alcáçovas) dá origem ao Movimento das Forças Armadas. No dia 5 de março de 1974 é aprovado o primeiro documento do movimento: Os Militares, as Forças Armadas e a Nação. Este documento é posto a circular clandestinamente. No dia 14 de março o governo demite os generais Spínola e Costa Gomes dos cargos de Vice-Chefe e Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas, alegadamente por estes se terem recusado a participar numa cerimónia de apoio ao regime. No entanto, a verdadeira causa da expulsão dos dois Generais foi o facto do primeiro ter escrito, com a cobertura do segundo, um livro, Portugal e o Futuro, no qual, pela primeira vez uma alta patente advogava a necessidade de uma solução política para as revoltas separatistas nas colónias e não uma solução militar.
No dia 24 de março, a última reunião clandestina dos capitães revoltosos decide o derrube do regime pela força. Prossegue a movimentação secreta dos capitães até ao dia 25 de abril . A mudança de regime acaba por ser feita por acção armada

 Movimentações Militares no 25 Abril
No dia 24 de abril de 1974, um grupo de militares comandados por Otelo Saraiva de Carvalho instala secretamente o posto de comando do movimento golpista no quartel da Pontinha, em Lisboa.
Às 22h 55m é transmitida a canção E depois do Adeus, de Paulo de Carvalho, pelos Emissores Associa, emitida por João Paulo Diniz. Este é um dos sinais previamente combinados pelos golpistas, que desencadeia a tomada de posições da primeira fase do golpe de estado.
O segundo sinal é dado às 0h20 m, quando a canção Grândola, Vila Morena de José Afonso é transmitida pelo programa Limite, da Rádio Renascença, que confirma o golpe e marca o início das operações. O locutor de serviço nessa emissão é Leite de Vasconcelos, jornalista e poeta moçambicano. Ao contrário de E Depois do Adeus, que era muito popular por ter vencido o Festival RTP da Canção, Grândola, Vila Morena fora ilegalizada, pois, segundo o governo, fazia alusão ao comunismo.
O golpe militar do dia 25 de abril tem a colaboração de vários regimentos militares que desenvolvem uma ação concertada. No Norte, uma força do CICA 1 liderada pelo Tenente-Coronel Carlos de Azeredo toma o Quartel-General da Região Militar do Porto. Estas forças são reforçadas por forças vindas de Lamego. Forças do BC9 de Viana do Castelo tomam o Aeroporto de Pedras Rubras. Forças do CIOE tomam a RTP e o RCP no Porto. O regime reage, e o ministro da Defesa ordena a forças sediadas em Braga para avançarem sobre o Porto, no que não é obedecido, dado que estas já tinham aderido ao golpe.
À Escola Prática de Cavalaria, que parte de Santarém, cabe o papel mais importante: a ocupação do Terreiro do Paço. As forças da Escola Prática de Cavalaria são comandadas pelo então Capitão Salgueiro Maia. O Terreiro do Paço é ocupado às primeiras horas da manhã. Salgueiro Maia move, mais tarde, parte das suas forças para oQuartel do Carmo onde se encontra o chefe do governo, Marcelo Caetano, que ao final do dia se rende, exigindo, contudo, que o poder seja entregue ao General António de Spínola, que não fazia parte do MFA, para que o "poder não caísse na rua". Marcelo Caetano parte, depois, para a Madeira, rumo ao exílio no Brasil.
No rescaldo dos confrontos morrem quatro pessoas, quando elementos da polícia política (DGS) disparam sobre um grupo que se manifesta à porta das suas instalações na Rua António Maria Cardoso, em Lisboa.
Elaborado por:
Simão Machado Lima
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25 De Abril De 1974
     A Revolução dos Cravos, denominada historicamente Revolução de 25 de Abril, refere-se a um período da história de Portugal resultante de um movimento social, ocorrido a 25 de Abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo  , vigente desde 1933 , e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático e com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976, com uma forte orientação socialista na sua origem.
       Esta acção foi liderada por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), que era composto na sua maior parte por capitães que tinham participado na Guerra Colonial e que tiveram o apoio de oficiais milicianos . Este movimento surgiu por volta de 1973, baseando-se inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das força  armadas   , acabando por se estender ao regime político em vigor . Com reduzido poderio militar e com uma adesão em massa da população ao movimento, a resistência do regime foi praticamente inexistente e infrutífera, registando-se apenas 4 civis mortos e 45 feridos em Lisboa pelas balas da DGS10 .
     O movimento confiou a direcção do País à Junta de Salvação Nacional, que assumiu os poderes dos órgãos do Estado  .
    A 15 de maio de 1974, o General António de Spínola foi nomeado Presidente da República. O cargo de primeiro-ministro seria atribuído a Adelino da Palma Carlos .
    Seguiu-se um período de grande agitação social, política e militar conhecido como o PREC (Processo Revolucionário Em Curso), marcado por manifestações, ocupações, governos provisórios, nacionalizações e confrontos militares que, terminaram com o 25 de Novembro de 1975.
    Estabilizada a conjuntura política, prosseguiram os trabalhos da Assembleia Constituinte para a nova constituição democrática, que entrou em vigor no dia 25 de Abril de 1976, o mesmo dia das primeiras eleições legislativas da nova República.                                           
Trabalho elaborado por:              
Alexandre Lobo nº1       
Cândido Alves nº 5
Carlos Gonçalves nº6   
Francisco Valadares
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A revolução
INDÍCE
O plano .............................pag.3
Em Lisboa .........................pag.4
Rendição ..........................pag.5
Vitoria ..............................pag.6
Conclusão.........................pag.7
Fim ..................................pag.8
O plano  
Após anos de escravatura o Movimento das Forças Armadas  decidiram iniciar uma revolução .
Razões que levaram à revolução:
- os portugueses queriam liberdade ;
- as condições de vida eram fracas ;
- os portugueses estavam cansados da guerra colonial ;
- Portugal era criticado internacional-
mente por não viver em democracia .

Em  Lisboa
No dia 25 de abril de 1974 , pela madrugada, alguns militares ocuparam o Rádio  Clube Português, onde foi emitida uma canção que avisaria os oficiais dos quartéis que faziam parte do MFA que a revolta teria início .
Rendição
Os militares leais ao governo tentaram reagir mas não conseguiram dominar a situação .Com isto o primeiro-ministro , Marcelo Caetano , refugiou-se  no quar-tel da GNR no largo do Carmo em Lis-boa .
Marcelo Caetano impôs como condição da sua rendição a presença de um ofi-
cial superior .Então foi chamado o ge-neral Antonio Spninola .
Vitória    
Após décadas de escravatora Portugal conseguio finalmente viver em democracia.
Conclusão
Aprendemos que Portugal depois de se unir conseguiu finalmente vencer.
Trabalho realizado:
 Vanessa Cardoso Nº19
Carina Oliveira Nº6
Catarina Teixeira Nº9

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